VALORANT Champions pode ser sediado no Brasil? Global head abre o jogo sobre chances
O Valorant Champions Paris chegou ao fim no último domingo (5), e o brasileiro Leo Faria, global head de eSports da Riot Games, já planeja as novidades para as próximas temporadas do Valorant Champions Tour (VCT).
Em entrevista à CNN Brasil, Leo Faria, global head de eSports do Valorant Champions, revelou que a partir de 2026 o circuito principal do VCT, que hoje é dividido em quatro regiões, contará com mais sedes para sediar os seus playoffs. O objetivo da Riot é ampliar ainda mais essa expansão em 2027, levando as competições para diferentes locais pelo mundo.
“A boa notícia é que no ano que vem vamos realizar os playoffs da segunda etapa fora das cidades sede atuais — Los Angeles, Berlim, Seul e Xangai. Vamos começar a viajar com as competições. Ainda não anunciamos quais serão esses locais, mas em 2027 pretendemos dar um passo maior e ampliar ainda mais essa movimentação”, afirmou Leo.
Valorant Champions pode acontecer no Brasil, mas nada foi confirmado
O Valorant Champions de 2026 já tem sua sede definida: será em Xangai, na China. Em 2027, a grande final acontecerá nas Américas, embora a cidade específica ainda não tenha sido divulgada. Isso gerou expectativa no Brasil, mas Leo preferiu manter o mistério.
“Já nos comprometemos com as Américas para 2027, então vamos anunciar a localização oficial apenas no final do próximo ano. Mas será nas Américas, de um jeito ou de outro, mais perto da casa dos nossos fãs”, comentou.
Enquanto a sede do Champions 2027 permanece em segredo, a cidade de Santiago, no Chile, se prepara para sediar o Masters, que será o primeiro evento global do VCT na América Latina desde o LOCK IN realizado em São Paulo em 2023.
Leo também destacou outras mudanças para o próximo ano, como o aumento do número de times no Masters, que passará de oito para doze equipes, ampliando a competição e a representatividade regional. Ele explicou que a ideia é transformar o evento em algo que vá além da competição tradicional, incorporando uma atmosfera mais voltada para a comunidade.
“No Masters Toronto, criamos um evento que não era só uma competição, mas também tinha uma vibe de convenção, em um centro de convenções que possibilitava mais interação, mais áreas para atividades, algo diferente do típico evento esportivo. Estamos tentando continuar nessa direção porque está funcionando muito bem”, concluiu.
